O Tivoli Avenida Liberdade, em Lisboa, concluiu a renovação dos seus quartos e suites, numa intervenção desenvolvida pelo Rodrigo Izquierdo Studio e inspirada no património arquitetónico do hotel e em elementos associados à cidade.
O projeto recupera referências da identidade arquitetónica da unidade, incluindo a influência modernista introduzida pelo arquiteto português Porfírio Pardal Monteiro em 1955, combinando-as com novos materiais, mobiliário concebido por medida e elementos de produção portuguesa.
A renovação abrange tanto as suites como os quartos do hotel. Segundo o Tivoli Avenida Liberdade, a intervenção procurou criar uma ligação entre o património da unidade e uma abordagem contemporânea ao alojamento, recorrendo a materiais como madeira maciça, pedra natural, latão e ferro.
Nos interiores foi utilizada uma paleta denominada “Lisbon Flair”, composta por tons de azul inspirados nos azulejos tradicionais, verdes associados às árvores da Avenida da Liberdade e tonalidades de terracota que remetem para os telhados de Lisboa. “Nos quartos, suites e corredores, a madeira maciça, a pedra natural, o latão, o ferro, as obras de arte cuidadosamente selecionadas e o mobiliário concebido por medida criam uma atmosfera elegante, intimista e profundamente ligada a Lisboa”, afirma a unidade em comunicado.
O projeto integra também referências à arte e cultura portuguesas. Entre os elementos presentes nos quartos e suites encontra-se uma obra têxtil contemporânea que reinterpreta “Sintra”, tapeçaria criada por Mily Possoz para a Manufactura de Tapeçarias de Portalegre, assim como alcatifas inspiradas nas geometrias da fachada do hotel e medalhões dourados que evocam os porta-chaves utilizados pela unidade na década de 1930.
Os espaços incluem ainda objetos decorativos e peças de cerâmica selecionados por Felipa Almeida, além de obras de artistas portugueses. Nas casas de banho, o hotel optou por amenities da marca portuguesa Claus Porto, com a fragrância Citron Verbena.




