Segunda-feira, Março 9, 2026
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Última convenção da RAVT reúne 100 participantes

Realizou-se a última convenção RAVT, no passado dia 19 de fevereiro. Estiveram presentes 85% das agências e ainda 30 stands de fornecedores, no total contaram com 97 pessoas confirmadas.

Neste último evento da atividade de grupo de gestão da RAVT efetivou-se a passagem do negócio e carteira de clientes para o grupo GEA, “sendo que a mudança está a realizar-se de forma soft devido às elevadas semelhanças de modelo de operação entre os grupos e entre tipo de agências, com um sentimento positivo e de esperança de todos”, afirma a CEO da RAVT, Maria José Silva.

“Apenas duas agências da rede não seguem integradas em modelos de grupos de gestão, uma vez que alteram o seu foco de atividade das suas empresas, todos os outros seguem unidos e em bloco para a GEA. Este facto revela e comprova, uma vez mais, o elevadíssimo grau de fidelização, união e confiança da rede RAVT e na sua liderança”, acrescenta.

No evento foram, ainda, apresentados temas como a caracterização de 2019 a 2021, o Raio X
da Operação e da Distribuição Turística, apresentação da performance da rede RAVT e dos fornecedores. Foram, também, apresentados os novos modelos comerciais, as novas plataformas, informações de vendas e de emissões já em contexto de migração sob outra marca. Foram dadas indicações sobre o registo da procura turística e as tendências de comercialização de produtos e de destinos para 2022. Tiveram, ainda, lugar diversas apresentações dos sponsors principais do evento.

O futuro é sentido com otimismo ligeiro e cauteloso. “Prevê-se o alívio de restrições a nível
mundial, harmonização de protocolos que permitam alívio social e económico das
populações e com isso uma forte procura turística, que passe da agora potencial para
efetiva”, afirma a CEO.

A RAVT acredita numa melhoria de produção entre a páscoa e final de setembro, embora ainda a par com o medo de viajar pelo consumidor final, com mercado corporativo a recuperar muito lentamente, bem como a procura de cruzeiros.

Espera-se, ainda, “contar com maior procura de longo curso, principalmente mercados de sol e praia para os mais aventureiros e confiantes e prevê-se o maior pico de produção apenas concentrado em pleno verão”, defende Maria José Silva.

“O turismo doméstico, os city-breaks, Europa, Ilhas Portuguesas e Espanholas, continuarão a dominar, mas prevê-se com maior procura e produção”, finaliza.

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