Quarta-feira, Novembro 30, 2022
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Air New Zealand regista prejuízo recorde devido a restrições às viagens

A Air New Zealand anunciou esta quinta-feira, dia 25, um prejuízo de 367 milhões de euros entre julho de 2021 e junho deste ano, devido a restrições às viagens. O valor representa quase o dobro do prejuízo de 181,4 milhões de euros registado no período anterior, de acordo com dados divulgados pela companhia aérea em comunicado.

A Air New Zealand indicou que as receitas da companhia aérea, 1,6 mil milhões de euros, foram significativamente afetadas pelas restrições às viagens internacionais relacionadas com pandemia da covid-19.

A transportadora de bandeira da Nova Zelândia foi também afetada pelos altos preços dos combustíveis, apesar das receitas terem recebido um impulso positivo do transporte de carga e das viagens domésticas. Para o ano fiscal atual, que termina em 30 de junho do próximo ano, a Air New Zealand disse esperar que o número de voos atinja 75-80% dos níveis registados antes do início da pandemia.

Em março, a companhia aérea anunciou um plano para angariar investimento no valor de 1,3 mil milhões de euros, para contratar mais funcionários, comprar novos aviões e expandir as rotas.

A Nova Zelândia, cujo governo aplicou uma das políticas mais duras do mundo no combate à covid-19, reabriu no dia 1 de agosto as fronteiras a todos os visitantes.

Recentemente, Stuart Nash, ministro do turismo da Nova Zelândia, afirmou que o país não quer atrair “viajantes que chegam só com 10 dólares, que passam só um dia no país e que se alimentam de noodles instantâneos”. Em poucas palavras, Nash defendeu que a Nova Zelândia “quer turistas de alto nível e com despesas altas”.

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