Sábado, Junho 15, 2024
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Assinado novo Contrato Coletivo de Trabalho entre AHP e FETESE

Depois de um longo período de negociações, a Associação da Hotelaria de Portugal (AHP) anunciou a assinatura de um novo Contrato Coletivo de Trabalho (CCT) com a Federação dos Sindicatos dos Trabalhadores de Serviços, Comércio, Restauração e Turismo (SITESE/FETESE) que entrará em vigor no dia 1 de janeiro de 2022. “Este CCT resulta de uma revisão total do que se encontrava em vigor desde julho de 2008”, informa a associação.

Raul Martins, presidente da AHP, comenta: “Não só como presidente da AHP, que acompanhou nestes últimos tempos este esforço de aproximação, mas como hoteleiro, estou francamente muito satisfeito por termos chegado a um acordo. Ele representa um aumento de custos importante para a exploração hoteleira, mas permite a flexibilidade necessária à atividade e condições de trabalho dignas”.

Para Cristina Siza Vieira, vice-presidente executiva da AHP, e responsável pela negociação, “esta é uma grande vitória para todos. O anterior Contrato Coletivo de Trabalho estava claramente obsoleto e quer a AHP quer o Sindicato que representa os trabalhadores do setor o sentiam. Ao cabo de longas, exigentes, árduas, mas profícuas negociações para a sua revisão profunda, creio que conseguimos encontrar neste novo CCT o equilíbrio entre a indispensável maior flexibilidade que a gestão impunha na organização dos termos e tempos de trabalho e a valorização das profissões turísticas. Ambas as partes – e só assim se alcança o consenso: com a satisfação de ambos – consideramos que foi alcançado um acordo justo e equilibrado, mais adaptado aos novos tempos e necessidades, quer das empresas quer dos colaboradores”.

1 COMENTÁRIO

  1. Bom dia, muito mal explicado no que diz respeito ás férias e aos feriados. Sempre foi considerado feriado na terça feira de carnaval na hotelaria, agora os patrões dizem que não, as férias é quando o patrão quer, este ano fui de férias obrigadas e marcadas pela empresa em fevereiro! Ninguém mais quer saber dos direitos dos trabalhadores, com a pandemia só fez piorar, parece que a dita cuja é culpa nossa!

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