A companhia aérea brasileira Azul está a reforçar a frota em diferentes áreas de negócio, com a incorporação de um Airbus A321F para a operação de carga, um Airbus A330ceo para voos internacionais e o primeiro Cessna SkyCourier da sua subsidiária Azul Conecta, destinado às ligações regionais.
A transportadora informa que o Airbus A321F chegou ao Brasil na passada sexta-feira, 18 de setembro, e será integrado na frota da Azul Logística, unidade de negócio dedicada ao transporte de carga. A aeronave é a terceira de um total de seis aviões cargueiros que irão integrar a operação da companhia.
Segundo a Azul, o reforço da frota permitirá “aumentar a capacidade de transporte de cargas da unidade, além de possibilitar o aumento de frequências em rotas estratégicas e apoiar novas oportunidades de negócios no Brasil e na América do Sul”.
Já o Airbus A330ceo aterrou no Brasil no sábado, 19 de setembro, e será utilizado nas operações internacionais de longo curso. A aeronave deverá contribuir para “reforçar a capacidade da companhia em rotas para os Estados Unidos e a Europa, mercados estratégicos para a operação internacional”.
As duas aeronaves partiram da China e chegaram ao Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, em Confins, no estado de Minas Gerais.
A renovação da frota estende-se também à operação regional da Azul. O primeiro Cessna 408 SkyCourier da Azul Conecta iniciou esta semana a traslado dos Estados Unidos para o Brasil. A aeronave foi recebida nas instalações da fabricante Textron Aviation, em Wichita, no Kansas, e é o primeiro exemplar do modelo na companhia, bem como o primeiro avião bimotor a integrar a frota da subsidiária.
Com capacidade para 19 passageiros, o SkyCourier deverá ampliar a capacidade da subsidiária para operações de “aviação regional, em fretamentos, voos dedicados e outros serviços especializados”.
A Azul afirma que as novas aeronaves fazem parte de uma estratégia de investimento em diferentes áreas de negócio, “fortalecendo tanto sua atuação logística quanto sua conectividade internacional e ampliando sua capacidade operacional de acordo com as necessidades de cada segmento”.




