Sábado, Abril 13, 2024
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Beijing Capital Airlines passa a voar 4 vezes por semana entre Hangzhou e Lisboa

A Beijing Capital Airlines vai passar a disponibilizar quatro frequências semanais na ligação Lisboa-Hangzhou, na China. A confirmação foi dada no evento comemorativo dos 100 anos do primeiro voo entre Portugal e China, que decorreu esta terça-feira, dia 2, no Aeroporto de Lisboa.

O evento contou com a presença de Sandra Ferreira, diretora do Aeroporto de Lisboa, Coral Chen, General Manager da Beijing Capital Airlines, Thierry Ligonniére, CEO da ANA – Aeroportos de Portugal, e Lídia Monteiro, membro do conselho diretivo do Turismo de Portugal.

Sandra Ferreira começou por fazer um breve discurso, lembrando o quão importante este marco é para Portugal. “Estou muito orgulhosa com o aumento das frequências para a China. Trabalhámos muito para assegurar estas ligações e contamos com o apoio de todos os nossos colaboradores para prestar um serviço de excelência”, sublinhou.

A representar a Beijing Capital Airlines, Coral Chen disse que o aumento das ligações entre os dois países “fortalece ainda mais a relação entre Portugal e China”, nomeadamente ao “nível das trocas comerciais” e da “promoção do turismo”.

Por sua vez, Thierry Ligonniére afirmou que, com o aumento das frequências, “estamos a repetir um milagre que aconteceu há cem anos, mas desta vez quatro vezes por semana”. “Ao adicionar estas ligações estamos a juntar pessoas e isso é um orgulho para mim e para toda a nossa equipa”, referiu. Além disso, destacou os desafios que o aeroporto de Lisboa tem enfrentado, nomeadamente ao nível da capacidade e infraestruturas.

Por fim, Lídia Monteiro destacou a importância da companhia aérea para trazer para Portugal um maior número de turistas chineses, considerando que a transportadora é “um parceiro chave” para o país, já que é, atualmente, a “única companhia aérea que oferece um serviço direto entre a China e Portugal”.

Recorde-se que o primeiro voo inaugural entre Portugal e Macau partiu da Amadora a 2 de abril para Vila Nova de Milfontes e foi de lá que o avião deixou o território português para uma viagem cheia de peripécias. A viagem terminou a 20 de junho de 1924.

O voo foi realizado num antigo avião militar da 1ª Guerra Mundial, de caixa aberta para o exterior e enfrentou inúmeras dificuldades, desde condições climáticas adversas até à escassez de financiamento.

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