A Immersive Journeys iniciou atividade no mercado português como Destination Management Company (DMC), apostando na criação de experiências turísticas “imersivas, responsáveis e personalizadas” no segmento de luxo, com especial enfoque em territórios do interior e de baixa densidade.
Segundo comunicado, a proposta passa pela conceção de viagens exclusivas entre um e 12 dias, destinadas a pequenos grupos ou em formato totalmente privado, dirigidas sobretudo a viajantes internacionais que procuram um contacto mais profundo com “a cultura, a história e a natureza portuguesas”.
Citado no comunicado, o CEO da empresa, Guilherme Miguez, explica que a iniciativa parte da convicção de que “Portugal tem muito mais para oferecer a quem nos visita para além dos circuitos turísticos tradicionais”. O responsável acrescenta que o objetivo é “revelar o país a partir do seu interior, das suas comunidades, das suas histórias e das suas paisagens menos conhecidas, proporcionando experiências transformadoras”.
Ainda segundo o responsável, a empresa pretende também contribuir para uma perceção do destino que valorize a qualidade e a autenticidade da experiência. “Acima de tudo, queremos que quem use os nossos serviços fique com uma ideia de Portugal como um destino de grande qualidade, onde o overtourism não se faz sentir”, afirma.
A DMC salienta que aposta numa “filosofia de programas personalizados”, desenhados à medida de cada cliente, privilegiando o “turismo lento e a profundidade da experiência” em detrimento da quantidade de visitas. Nos programas de vários dias, esta abordagem é complementada com momentos de bem-estar e estadias em “unidades hoteleiras de requinte”.
Os itinerários desenvolvidos pela empresa valorizam destinos menos explorados em regiões como o Alentejo, Vale do Douro, Norte, Centro e Algarve, integrando experiências ligadas à gastronomia e aos vinhos, à natureza, à história e cultura, ao artesanato e ao bem-estar. Estas atividades são realizadas em contacto direto com produtores locais e parceiros selecionados.
Nesse sentido, Guilherme Miguez sublinha que “não desenhamos viagens em série” e que “cada viagem é pensada ao detalhe, em função dos interesses, do ritmo e das expectativas de quem nos procura”, acrescentando que a ambição é que cada viajante leve “memórias autênticas e uma ligação emocional real a Portugal”.
A empresa dirige-se sobretudo a um “público internacional exigente”, com especial enfoque na geração “Silver” (50+), que “valoriza experiências personalizadas, conforto, cultura, bem-estar e impacto positivo das suas escolhas de viagem”.
A sustentabilidade constitui outro dos pilares da operação. A Immersive Journeys obteve recentemente a certificação Biosphere, que reconhece práticas responsáveis ao longo de toda a cadeia de valor, desde a seleção de parceiros e fornecedores até à conceção dos itinerários.
Nesse âmbito, a empresa sublinha que privilegia a colaboração com hotéis boutique, produtores locais, guias especializados e prestadores de serviços alinhados com princípios ambientais, sociais e económicos sustentáveis.
“O nosso entendimento de luxo é inseparável da sustentabilidade”, afirma Guilherme Miguez, defendendo que “o verdadeiro requinte está na forma como se viaja, no respeito pelos lugares e pelas pessoas e na capacidade de criar valor duradouro para os territórios que nos recebem”, conclui o responsável no comunicado.



