Sábado, Fevereiro 24, 2024
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Orçamento familiar e educação financeira: ensine os seus filhos a gerirem o dinheiro

De pequenino é que se torce o pepino. Assim reza o adágio popular que serve para nos relembrar que é nas idades mais jovens que se lançam as bases para o futuro, especialmente na educação financeira.

À semelhança do que acontece, por exemplo, com a Filosofia para Crianças que, conforme a idade, ajuda os mais novos a pensarem melhor, a educação financeira também pode e deve ser trabalhada de modo a adequar-se às várias faixas etárias para que, quando adultos, os nossos filhos tenham as ferramentas intelectuais para gerirem da melhor forma o dinheiro.

Se tem filhos menores e não sabe por onde começar a ensinar-lhes as bases da literacia financeira, tome nota das dicas que temos para si.

Como ensinar os seus filhos a gerirem o dinheiro?

De acordo com cada faixa etária, estas são as dicas de educação financeira que deve colocar em prática:

• Dos 6 aos 9 anos: de onde vem o dinheiro e o que é poupar?

O momento em que os seus filhos entram na escola é, também, o momento ideal para começar a explicar-lhes o básico no que toca à literacia financeira. E que básico é este?

Comece por lhes explicar que aquilo que comem, a roupa que vestem e os brinquedos que recebem custam dinheiro, dinheiro que os pais conseguem através da venda de uma parte do seu tempo e força física e psicológica a uma organização ou clientes.

A par da origem do dinheiro, aproveite ainda para lhes dar a conhecer os primeiros princípios de poupança, explicando que como o dinheiro não se multiplica, é necessário guardarmos algum para podermos comprar aquilo que precisamos ou desejamos.

Para este efeito, ofereça-lhes um mealheiro sublinhando que quando este estiver cheio podem comprar o brinquedo ou roupa que desejam.

• Dos 9 aos 12 anos: distinguir entre necessidade e desejo

Com uma maior capacidade de entender o valor do dinheiro deve vir, igualmente, um aprofundamento da noção de poupança, nomeadamente naquilo que são gastos verdadeiramente necessários e aqueles que são supérfluos.

Aproveite as idas ao supermercado para lhes explicar que alimentos como massa, arroz ou legumes são algo necessário, enquanto bolos, batatas fritas ou chocolates são apenas um desejo que pode, perfeitamente, ser dispensável.

Esta distinção acaba por ser importantíssima quando os seus filhos entram no 2º ciclo do Ensino Básico e começam a sofrer as pressões dos pares para terem o telemóvel ou as sapatilhas da moda.

Uma última nota para sublinharmos que é nestas idades que deverá ensiná-los a compararem preços entre produtos semelhantes e a escolherem aquele que lhes garanta uma melhor relação preço-qualidade/quantidade.

• Dos 12 aos 15 anos: ensine-os a elaborarem um orçamento mensal

Quando os seus filhos atingem a puberdade e começa a atribuir-lhes uma semanada ou mesada, é a altura ideal para introduzi-los à necessidade de fazerem um orçamento mensal de modo a conseguirem poupar dinheiro para aquilo que querem ou desejam.

No final de cada semanada ou mesada, sente-os à mesa e ajude-os a fazerem uma lista com todos os gastos que tiveram. A par disto, instigue-os a analisarem se teria sido possível pouparem mais dinheiro.

• Dos 16 aos 18 anos: preparação da vida adulta

Com a entrada no Ensino Secundário e a aproximação do Ensino Superior, chegou o momento de entrar em conceitos mais complexos ligados a empréstimos, cartões de crédito, etc.

De modo a poderem estudar no Ensino Superior ou a comprarem o seu primeiro carro, é usual ser necessário recorrermos a um empréstimo pessoal junto de uma instituição bancária. Quando isso acontece, é importante sentá-los ao nosso lado e explicar, passo a passo, não só como o podemos fazer, mas também todo o trabalho que devemos ter antes de contratarmos um produto financeiro deste tipo.

Por exemplo, se é necessário recorremos a um crédito pessoal para financiarmos os seus estudos universitários, devemos explicar-lhes que, antes de fazermos a sua contratação, devemos fazer comparações entre diferentes instituições bancárias através dos simuladores online que estas colocam à nossa disposição para podermos ter acesso a um produto com menos impacto nas nossas finanças pessoais, isto é, conseguirmos um empréstimo mais barato.

Imagine que clica nesta solução de crédito pessoal do UNIBANCO. Logo após entrar na página de crédito pessoal desta instituição, vai encontrar o simulador de crédito pessoal que não só lhe vai permitir calcular o valor da prestação mensal em função da escolha de montantes de financiamento (com possibilidade de seguro) que oscilam entre os €5.000 e os €75.000, bem como optar por prazos de pagamento que variam entre os 24 e 84 meses com TAN desde 7,7% e TAEG desde 9,9%.

Nota: neste momento, aproveite para explicar em que é que consiste a TAEG, a TAN e o MTIC.

Caso, após as suas simulações, se decidir a contratar este crédito pessoal, basta clicar no botão “Pedir Crédito” que acompanha o simulador do UNIBANCO, preencher o formulário online onde deve deixar as suas informações pessoais e anexar os documentos necessários, uma tarefa que não nos ocupa mais de 5 minutos.

A proposta seguirá para análise e, uma vez aprovada, receberá o dinheiro que pediu na sua conta bancária em apenas alguns dias.

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