Segunda-feira, Março 4, 2024
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Presidente da Vila Galé descarta reestruturação na administração após saída de Gonçalo Rebelo de Almeida

Jorge Rebelo de Almeida, presidente da Vila Galé, abordou a possível reestruturação na administração do grupo hoteleiro após a saída de Gonçalo Rebelo de Almeida. Em declarações ao TNews, o responsável disse que “não vai haver reestruturação nenhuma. A Vila Galé continua o seu caminho normal. Dentro da empresa, há pessoas que substituem o cargo, por isso não há necessidade de haver uma reestruturação”.

“A empresa foi fundada por mim, é dirigida por mim, e continua a ser dirigida por mim, por isso não vai haver alteração nenhuma”, esclareceu o presidente.

Perspetiva sobre a atual situação política do país

Quando questionado sobre a sua visão acerca da atual situação política do país, Jorge Rebelo de Almeida afirmou que a situação é “muito preocupante”

“O país tinha todas as condições para dar um salto de crescimento e, por incompetência política generalizada, não vamos dar esse salto e vamos parar não sei onde. A situação é de incompetência generalizada da política para acompanhar e resolver os problemas do país. As empresas fazem o seu trabalho, como nós fazemos, temos um bom resultado, uma boa performance, damos prestígio e imagem ao país. O resto não depende de nós, e vemos que está tudo em decadência: o ensino, a saúde, a justiça, está tudo em queda. Felizmente, as empresas vão-se aguentando, mas se não arrebitarmos as empresas não sobrevivem se a situação da administração pública continuar caótica como está”, afirmou o presidente do grupo hoteleiro.

Quanto ao possível atraso na privatização da TAP, o Jorge Rebelo de Almeida afirmou: “Com esta situação, esse tema saiu de agenda”, acrescentando que não sabe “se a privatização da TAP é a melhor solução.” No entanto, o presidente da Vila Galé argumentou que a TAP apresenta bons resultados quando deixada por conta própria, mas defendeu que a gestão pública da empresa pelo Estado “foi um desastre”.

“Apesar de o Estado ter revelado uma total incompetência para administrar a TAP, continua a ser muito útil para o país que a maioria seja pública, porque é uma empresa muito relevante para a economia e para o nosso país. Por isso, acho que a privatização não deve ser total, deve manter-se a maioria do Estado”, concluiu.

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